Celebrando a Recuperação

Somos todos livres. Esta afirmativa precisa responder a uma pergunta: "O que temos feito de nossa liberdade?"

Sem responder a esta pergunta, podemos simplesmente trocar de senhor e continuar escravos. O homem é escravo daquilo que o domina, ensina-nos a Bíblia (2Pedro 2.19).

O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus, logo absoluta-mente perfeito. A partir do pecado e por causa do pecado, dos nossos pri-meiros pais, Adão e Eva, não somos mais perfeitos. Sabemos, por experiên-cia própria, que cada um de nós tem uma área na vida que precisa ser recu-perada.

Precisamos, por exemplo, entender a finalidade da liberdade, não é para fa-zer o que não queremos, mas para fazer o que queremos. Será que conse-guimos? O apóstolo Paulo vivia o mesmo drama de cada um de nós (Roma-nos 6.15-21).

Somos livres para ingerir produtos químicos, seja para apagar uma dor, seja para nos mergulhar num passageiro prazer. Somos também livres para parar de fumar, para parar de beber bebidas alcoólicas, para parar de injetar uma droga no corpo, para voltar a dormir sem a muleta de um barbitúrico, mas descobrimos que, embora desejando-o, não conseguimos.

EU PRECISO ADMITIR A MINHA IMPOTÊNCIA

O Evangelho nos anuncia que a transformação é possível. A recuperação é possível, não importam quais sejam os problemas, estejam eles nos campos da sexualidade, dos relacionamentos, da vida devocional, da vida financeira ou das emoções.

Quando ouvimos Jesus ensinando que são bem-aventurados os pobres de espírito, e aceitamos a verdade deste ensino, podemos começar a viver.

Este ensino de Jesus nos permite derivar um princípio para uma vida saudá-vel:

"Reconheço que não sou Deus. Admito que sou impotente para controlar minha tendência de fazer as coisas erradas e que a minha vida está fora de controle".

Pr. Israel Belo de Azevedo

Pastor da Igreja Batista Itacuruçá

 

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